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adoção de gatos

“São muitas alegrias, cada momento é vivenciado como se fosse o último, intensamente”

Há anos sinto vontade de adotar uma gatinha, mas como sempre cuidei de cachorros, tinha receio de não saber como cuidar ou lidar com gatos. Como gostaria de pegá-la ainda filhote sempre adiava a decisão, já que demandaria um maior cuidado e adaptação a casa. Sendo assim, após ficar desempregada e me sentir muito sozinha em casa, decidi que começaria a procurar minha companheira.

A adoção

Até que um dia, repentinamente, uma amiga postou a foto de um filhote de aproximadamente 40 dias que havia encontrado na rua e precisava doá-lo. Assim que o vi, perguntei se tratava-se de uma fêmea e, na afirmativa, consultei meu marido que prontamente concordou em adotá-la. No mesmo dia a conhecemos e, instantaneamente, apaixonei-me. Ali nascia uma relação de amor, confiança e dedicação. Compramos todos os itens que julgava necessário para um gatinho e a trouxemos para casa.

Adaptação à casa nova

Na primeira noite tive dificuldade de me aproximar e conquistar sua confiança, já que estava muito assustada e estranhava o novo ambiente. Espantei-me de, tão pequena, já saber como utilizar a caixinha de areia, a comer ração e beber água facilmente. Em um travesseiro ao lado da minha cama, dormiu tranquilamente sua primeira noite sob nossa proteção.

Primeiros cuidados

No dia seguinte percebi que estava repleta de pulgas e, como não consegui nenhum local que pudesse dar-lhe banho, assisti dezenas de vídeos na internet, tomei coragem e lavei-a em meu chuveiro. Confesso que não possuía nenhuma habilidade em dar banho em animais, pois sempre tive medo de fazê-lo. Para minha sorte ela permaneceu calma e paciente, muito provavelmente aquela também era sua primeira experiência. Apliquei remédio anti-pulgas e a levei ao veterinário.

E então veio a surpresa

Felizmente sua saúde estava ótima e então, para minha surpresa, descobri que tratava-se de um gatinho macho. Naquele momento relutei em aceitar, pensei na minha vontade de ter apenas fêmeas e no nome que já havia escolhido para ela (Lola), mas ao olhar para seus olhos tive a certeza de que estávamos destinados a ficar juntos, independente do gênero. Ao ser indagada pela doutora qual seria o nome do gatinho, não tive dúvidas de que seria “Napoleão”. Apesar da preferência por fêmeas, este nome sempre esteve em minha mente, mais um indício do destino que me aguardava.

Hoje ele possui cinco meses, tempo esse que não vejo passar ao seu lado. São muitas alegrias e descobertas a cada dia, e cada momento é vivenciado por nós como se fosse o último, intensamente!

Agradecimento especial à Luisa Midori por compartilhar essa linda história conosco! 

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