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Adoção de gatinhos

“Julieta é minha princesa, muito saudável e amada!”

Meu nome é Juliana e minha gatinha é a Julieta (Juju para os íntimos). Minha história de amor por gatos começa um pouco antes da Juju nascer.

Romeu 

Eu nunca tive gatos por conta de uma alergia que me acometia toda vez que tinha contato com gatos. Certo dia apareceu em casa um gatinho, já adulto, que insistia em ficar no nosso quintal. Minha mãe e eu tivemos pena e começamos a dar comida e água para ele. Até que uma noite o deixei entrar em casa e dormir no meu quarto. Aí levei ao veterinário, vacinei, demos banho e o adotamos. A alergia foi melhorando com o tempo, graças à Deus! E ele era um amor, o gato mais bonzinho que conheci, meu anjinho. O batizamos de Romeu. Pena que ficou pouco tempo conosco. Em 6 meses ficou doente, tentamos de tudo para salvá-lo, mas infelizmente virou estrelinha. Depois disso, fiquei muito triste. Doei todas as coisas dele para a ajudante do veterinário, que tem vários gatinhos, e disse que não iria querer outro bichinho nunca mais. A dor é muito grande. É como perder alguém da família mesmo. Quem já passou por isso sabe como é.

Julieta

Enfim, mais ou menos uns 4 meses depois, estava eu trabalhando (sou professora) dando aula para a turma do noturno, quando ouço um miadinho de um corredor onde temos algumas plantas na escola. Perguntei ao inspetor se tinha ouvido e pedi para que ele procurasse o gatinho, pois o levaria para casa. Na hora já tocou meu coração e queria levá-lo, mesmo sem ver. Quando ele apareceu com aquele cotoquinho em uma caixa, foi amor à primeira vista! Vimos que era uma fêmea muito pequena, devia ter se perdido da mãe, ou foi jogada lá, pois não vimos nenhum outro gato por ali. Na hora de ir embora, a enrolei numa blusa e levei para casa. Tentei dar leite, mas vi que ela nem sabia lamber do pote. Pesquisei sobre como cuidar de um gatinho tão pequeno e no dia seguinte pela manhã, já fui comprar leite em pó próprio para gatos e as outras coisas, como caixa de areia, potinhos e tal. Era a coisa mais gostosa do mundo o barulhinho dela mamando na mamadeirinha. Ela me acordava bem cedo todos os dias para mamar. Depois eu fazia massagem na barriguinha, pois li que a mãe lambe a barriga para que eles façam as necessidades. Logo fui ao veterinário que me disse que ela teria por volta de 1 mês de vida e que logo poderia introduzir a ração de filhotes e dar as primeiras vacinas. Em homenagem ao meu primeiro anjinho, dei à ela o nome de Julieta e é minha princesa até hoje, muito saudável e amada!

Só quem tem gatos sabe como eles são divertidos e amáveis!

Agradecimento especial à Juliana Arruda por compartilhar essa linda história conosco!

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