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adoção de gato

“Nasceu um sentimento estranho, um tipo de amor nunca sentido na vida!”

Nunca tive gato na minha infância e não imaginava a existência do amor deles para conosco e vice-versa, até conhecer uma “pessoinha” especial. Um dia voltando do ensaio (meu noivo, atual marido e eu éramos bateristas na igreja), o carro estava muito baixo e decidimos ir em um posto de gasolina calibrar o pneu. Ao calibrar o pneu, ouvi um barulhinho atrás do relógio do posto. Fui ver o que era o barulhinho, era um “ser humaninho” magro com a cabeça maior que o corpo, olhando pra mim miando, cruzando as pernas, nem dentinho tinha direito!

A vida e suas surpresas

Peguei a cidadã no colo, com dó, achando que iria apenas alimentar a gatinha e entregar para um tia gateira. Mas a vida é uma caixinha de surpresas. Dentro do carro, ela olhou pra mim e colocou a patinha minúscula em minha boca. Quase choro de tanta fofura! Fui correndo ao supermercado mais próximo, procurando um pet shop aberto ou o que poderia dar! Como nunca tive gato, não sabia o que dar para comer! Não tive outra escolha, comprei leite! 

A chegada na casa nova

Levei o bichinho para casa. Minha mãe, desesperada, disse:”Ah, não! Não quero gato aqui não, ele vai comer a Kitah (calopsita xodó dos meus pais)”. Mas o destino nos prega uma peça! Ela deitou no colo do Rafa depois de beber leite, toda enroladinha, parecendo um pãozinho, e dormiu fofuramente! Nesse momento, nasceu um sentimento estranho! Um tipo de amor nunca sentido na vida! Como eu tinha acabado de comprar um apartamento com meu noivo, deixei a gata lá até resolvermos o que fazer. Não deu outra, decidimos ficar com o gatinho. 

A escolha do nome

À noite fomos na casa de um casal de amigos do Rafa, levamos o gato e a dona da casa, gateira, viu o sexo e disse que era uma menininha. Rafael, nenhum pouco gamer, decidiu dar um nome para ela: Chun li! Levei Chun li para meu novo apartamento recém reformado. Ela foi a primeira a estrear a casa nova! Como somos evangélicos, não ficávamos no apartamento sozinhos, mas para cuidarmos da Chun li, demos nosso jeito! 

O susto e a adaptação da casa

Até casarmos, eu ficava 15 dias no apartamento cuidando da bebê. No final da quinzena, voltava para casa da minha mãe e o Rafa ficava no apartamento. Como Chun li apareceu bem na semana que tinha acabado de pintar, fomos fazer uma faxina no apartamento. Quando terminamos de limpar, olhei para os lados e achei que faltava algo. “Chun li!”, gritei! Procuramos a sem vergonha na casa inteira e não encontramos! Fiquei desesperada! Falei para o Rafa olhar na sacada, ele não quis olhar! Decidi procurarmos la embaixo no hall! Descemos já com sacolinha na mão, tristes, mas para nossa alegria, não encontramos nada no terreo! Quando voltamos para o apartamento, lá estava Chun li com a cara amassada! Deve ter deitado na geladeira ou entre o fogão embutido e o rodapé! Telamos a casa para evitarmos futuros sustos, adaptamos a casa com potes de ração, água e areia. Nem precisei ensina-la a usar a areia. Ela já foi pra liteira toda “pititica”, cavou um buraco, fechou os olhinhos e fez o serviço! 

E Chun li ganhou uma irmãzinha

Rafael viu que durante nosso expediente de trabalho, Chun li ficava sozinha e decidiu adotar uma sialatinha, a qual chamamos de Sindel, para fazer companhia para Chun li. Fui pesquisando, aperfeiçoei a liteira, comprando duas fechadas, areia, fonte que jorra água 24h por dia, mudei o potinho e até mesmo a marca da ração! Sindel é bem pacata, preguiçosa, manhosa, só se mexe para comer. Já a Chun li adora correr, pular, chutar bolinhas. Mas uma completa a outra. As duas vivem entre tapas e beijos, se estapeiam, mas se eu separo as duas, em cinco minutos estão deitadas juntas se lambendo! Entreguei as duas pra Deus! 
Casei 1 ano e meio depois da adoção da primeira gata. Hoje, as duas são bebês e aprendi um amor diferente, que jamais imaginava existir! 

Chun li me acorda amassando pãozinho e dando cabeçadas todos os dias. Eu falo assim quando acordo: “Quem quer papar?” Ai as duas vão correndo até o potinho para eu colocar ração! Se eu falo: “Você quer? Tó!” As duas brotam da terra, de onde for, porque sabem que vou dar uma ração úmida, ou algum petisco diferente. Este mês de abril, as duas completaram 3 anos! Sindel fez 3 anos de nascença e Chun li fez 3 anos que foi adotada.

Agradecimento especial à Ellen Brito por compartilhar essa linda história conosco!

 
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